quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dê um tempo


"Dê um tempo

Dê um tempo para assistir o sol nascer.

Dê um tempo para ouvir o vento.

Dê um tempo para planejar o amanhã.

Dê um tempo para fazer a diferença.

Dê um tempo para dizer obrigado.

Dê um tempo para se importar, mesmo, com as coisas.

Dê um tempo para ir mais longe e para ajudar alguém.

Dê um tempo para aprender e crescer.

Dê um tempo para falar o que pensa.

Dê um tempo para ouvir de verdade.

Dê um tempo para elogiar uma criança.

Dê um tempo para ajudar a alguém.

Dê um tempo para alcançar o seu melhor.

O tempo que você se dá para viver não é tempo perdido.

Você não se arrependerá de se dar esse tempo para fazer a diferença.

Apesar de não poder guardá-lo, o tempo é sempre seu para fazer o que quiser.

O próximo momento está pronto e esperando.

Aproveite-o ao máximo."

Padre Marcelo Rossi.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Reflexología.


Os cinco princípios do Reiki


Terapia Reiki

O Reiki é um método de cura muito antigo, datando de cerca de 2500 anos atrás, e que foi redescoberto no século 19 por Mikao Usui, também respeitosamente conhecido por Sensei Usui. Dr. Mikao Usui nasceu no Japão em 15 de Agosto de 1865, em Tanai, no Japão. Cresceu ouvindo histórias de Buda e quando jovem frequentou uma escola de budismo Tendai, perto do Monte Kurama, uma montanha sagrada ao norte de Quioto.
Dr. Usui tinha um interesse especial nas histórias de Buda e na sua capacidade de ajudar aos outros, feitos atingidos após alcançar a iluminação. Dr. Usui também observou como as histórias de cura e dos milagres de Jesus relatados utilizavam a simples imposição das mãos: “Sanem os que estiverem doentes” – dizia Jesus aos apóstolos.
Determinado a encontrar respostas e conhecimentos, Mikao Usui viajou pelo Japão visitando os templos budistas e formulando perguntas. Conseguiu autorização para ver antigas escrituras e documentos e para ler os livros sagrados aprendeu chinês e sânscrito. Seu objetivo era encontrar uma forma de curar fisicamente, além de espiritualmente, ou seja, uma forma de reproduzir os feitos relatados ao longo da história por pessoas iluminadas, como Buda.
Os documentos encontrados no entanto retratavam muitas formas de encontrar a iluminação espiritual, porém a cura física não constava mais nos registros, tendo sido perdida com o passar do tempo.
Continuando sua busca o Dr. Usui encontrou um caminho ao deparar com os Sutras Indianos, escritos há mais de 2500 anos, documentos em sânscritos e que foram encontrados em um antigo manuscrito de um discípulo anônimo de Buda. No entanto, os Sutras apenas indicavam a fórmula para entrar em contato com esta força maior.
Determinado, Mikao Usui retirou-se para o Monte Kurama, onde passou por um período de 21 dias em que jejuou e meditou, como os antigos mestres faziam. Levou com ele 21 pedras que serviram de calendário: a cada dia novo uma pedra era retirada. Meditando, orando e entonando cânticos, Mikao pediu ao Criador o conhecimento.
Na madrugada do 21º dia, Dr. Usui viu um intenso ponto de luz que vinha em sua direção. Neste momento houve uma escolha: a luz trazia o conhecimento mas também poderia ser intensa demais para ser suportada. Mikao Usui escolheu o conhecimento, mesmo com os risco. Ao ser atingido pela luz, Mikao Usui teve acesso imediato a um incrível despertar espiritual. Ele saiu do seu corpo e viu bolhas coloridas contendo cada um dos símbolos sagrados do Reiki. Neste despertar lhe foram revelados, além dos símbolos, os seus usos, com as instruções e o conhecimento específico de cada um. Também neste momento Mikao Usui foi iniciado, dando início à Linhagem Reiki.


Fonte: http://www.terapiareiki.com.br/

Por Caio Fernando Abreu

“Eu sou uma eterna apaixonada por palavras. Música. E pessoas inteiras. Não me importa seu sobrenome, onde você nasceu, quanto carrega no bolso. Pessoas vazias são chatas e me dão sono. Gosto de quem mete a cara, arrisca o verso, desafia a vida. Eu sou criança. E vou crescer assim. Gosto de abraçar apertado, sentir alegria inteira, inventar mundos, inventar amores. O simples me faz rir, o complicado me aborrece”.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Terapia Floral


Acreditando que determinadas flores têm propriedades vibracionais, ou seja, energéticas semelhantes à da alma humana em equilíbrio, o médico inglês Edward Bach legou para o mundo, na primeira metade deste século, 38 essências florais inglesas, indicadas para rearmonizar as emoções humanas e, conseqüentemente, promover a saúde das pessoas. 

Seguindo seus passos, pesquisadores florais de diferentes regiões do mundo continuam extraindo, de novas flores, as vibrações necessárias para inúmeros males.

As flores veiculam a mensagem das forças vitais da natureza. Consideradas, pelos adeptos da terapia floral, elementos de transformação e equilíbrio entre as forças vitais da natureza e do cosmo, as essências florais são utilizadas como instrumento de harmonização, funcionando como auxiliares eficazes na cura de diversos males. Sutis, essas essências transferem suas vibrações suaves, harmonizadoras, para quem se utiliza delas, levando às pessoas uma agradável sensação de conforto e bem-estar.

As essências florais sintetizam os fundamentos de uma nova medicina, criada pelo dr. Bach, e tornam-se extremamente benéficas e eficazes na promoção da saúde, já que as doenças se originam, em grande parte, nas emoções mais profundas, que estão em desequilíbrio e mal resolvidas dentro de nós.

Estresse, cansaço, ansiedade, medo, pânico, solidão, insegurança, ciúme, problemas de relacionamento em casa ou no trabalho, além de angústia, depressão, desespero e crises em diferentes fases da vida (adolescência, idade adulta, menopausa e andropausa, terceira idade), problemas na infância, pesadelos, insônia, tabagismo, alcoolismo, drogas, dificuldades na escola e uma série de conflitos internos ou externos vêm-se tornando responsáveis por distúrbios físicos e mentais que afetam cada vez mais gente.

Para preencher a lacuna instalada no coração, na mente e na alma das pessoas, os florais aparecem como espécies de “remédios” contra as inquietações e desarmonias internas, que comprometem a saúde da pessoa.




Fonte: http://www.terapiafloral.com.br/

Constelação Familiar



Constelação Familiar é um método psicoterapêutico recente, com abordagem sistêmica fenomenológica, de fundo filosófico, desenvolvido pelo filósofo e psicoterapeuta alemão Bert Hellinger.

Introdução e Desenvolvimento do método

Hellinger desenvolveu seu método a partir de observações empíricas, fundamentadas em diversas formas de psicoterapia familiar, dos padrões de comportamento que se repetem nas famílias e grupos familiares ao longo de gerações.
Esse filósofo deparou-se com um fenômeno descortinado pela psicoterapeuta americana Virginia Satir nos anos 70, quando esta trabalhava com o seu método das “esculturas familiares”: que uma pessoa estranha, convocada a representar um membro da família, passa a se sentir exatamente como a pessoa a qual representa, às vezes reproduzindo, de forma exata, sintomas físicos da pessoa a qual representa, mesmo sem saber nada a respeito dela.
Esse fenômeno, ainda muito pouco compreendido e explicado, já havia sido descrito anteriormente por Levy Moreno, criador do psicodrama. Algumas hipóteses têm sido levantadas também utilizando-se da teoria de evolução dos "campos morfogenéticos", formulada pelo biólogo britânico Rupert Sheldrake.
De posse de detalhadas observações sobre tal fenômeno, Hellinger adquiriu experiência e, baseado ainda na técnica descrita por Eric Berne e aprimorada por sua seguidora Fanita English de “análise de histórias”, descobriu que muitos problemas, dificuldades e mesmo doenças de seus clientes estavam ligadas a destinos de membros anteriores de seu grupo familiar.


As descobertas fundamentais

Hellinger descobriu alguns pontos esclarecedores sobre a dinâmica da sensação de “consciência leve” e “consciencia pesada”, e propôs uma “consciência de clã” (por ele também chamada de “alma”-- no sentido de algo que dá movimento , que “anima”), que se norteia por “ordens” arcaicas simples, que ele denominou de “ordens do amor”, e demonstrou a forma como essa consciência nos enreda inconscientemente na repetição do destino de outros membros do grupo familiar. Essas ordens do amor referem-se a três princípios norteadores:
  • 1 - a necessidade de pertencer ao grupo ou clã
  • 2 - a necessidade de equilíbrio entre o dar e o receber nos relacionamentos
  • 3 - a necessidade de hierarquia dentro do grupo ou clã
As ordens do amor são forças dinâmicas e articuladas que atuam em nossas famílias ou relacionamentos íntimos. Percebemos a desordem dessas forças sob a forma de sofrimento e doença. Em contrapartida, percebemos seu fluxo harmonioso como uma sensação de estar bem no mundo.

O procedimento

A “constelação familiar” consiste em um método no qual um cliente apresenta um tema de trabalho e, em seguida, o terapeuta solicita informações factuais sobre a vida de membros de sua família, como mortes precoces, suicídios, assassinatos, doenças graves, casamentos anteriores, número de filhos ou irmãos.
Com base nessas informações, solicita-se ao cliente que escolha entre outros membros do grupo, de preferência estranhos a sua história, alguns para representar membros do grupo familiar ou ele mesmo. Esses representantes são dispostos no espaço de trabalho de forma a representar como o cliente sente que se apresentam as relações entre tais membros. Em seguida, guiado pelas reações desses representantes, pelo conhecimento das "ordens do amor" e pela sua conexão com o sistema familiar do cliente, o terapeuta conduz, quando possível, os representantes até uma imagem de solução onde todos os representantes tenham um lugar e se sintam bem dentro do sistema familiar.
Nos anos recentes (2003-2005), Hellinger apurou sua forma de trabalho para um desenvolvimento ainda mais abrangente, que ele denominou de "movimentos da alma". Estes abrangem contextos mais amplos do que o grupo familiar, tais como o grupo étnico. Descobriu e descreveu ainda os efeitos das intervenções (chamado de “ajuda”) e os princípios que efetivamente norteiam a ajuda efetiva, criando assim também as chamadas “ordens da ajuda”.

Aplicações

A abordagem apresenta uma vasta gama de aplicações práticas devido aos seus efeitos esclarecedores no campo das relações humanas, como:
  • melhoria das relações familiares
  • melhoria das relações interpessoais nas empresas
  • melhoria das relações no ambiente educacional
Tais aplicações deram início a abordagens derivadas, denominadas de constelações familiares, constelações organizacionais e pedagogia sistêmica.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Constela%C3%A7%C3%B5es_familiares