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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Rock in Rio - Dia Metal


Matanza e BNegão abrem Palco Sunset no terceiro dia de às 14:30 a todo vapor numa parceria inédita. A apresentação lotou o local como não tinha acontecido ainda. O público empolgado foi ao delírio com a curta apresentação que durou cerca de 40 minutos.  Ainda teve a participação especial de Paulão Black, ex-Gangrena Gasosa, nas músicas “Letter to the censors”, do Mano Negra, e “Dança do patinho”, de B. Negão.


Em seguida a banda paulista de thrash metal Korzus tocou ao lado do projeto The Punk Metal Allstars, formado especialmente para o festival. Foi uma verdadeira bagunça essa apresentação, teve discurso de um ufanismo brasileiro durante os intervalos das músicas, exaltou grandes convidados do punk e do metal internacional e ainda recebeu João Gordo que chegou pedindo respeito às bandas brasileiras e o fim da puxação de saco com as bandas gringas. 

A banda de heavy metal melódico Angra e a cantora lírica finlandesa, Tarja Turunen que deram um verdadeiro show de virtuosismo durante a apresentação. Com músicas extensas e longos solos instrumentais, características marcantes do gênero, o encontro agradou ao grande público que se encontrava no Palco Sunset.

Depois de 1 hora e 15 min de atraso, o show que estava previsto para as 18h, o Sepultura subiu ao palco exatamente às 19h15min e teve que concorrer com a banda Glória, que tocava no Palco Mundo. O Guitarrista Andreas Kisser subiu ao palco no meio de vaias para pedir desculpas pelo atraso por conta de problemas técnicos.  O Sepultura foi ao palco com os percussionistas franceses do Tambours Du Bronx abrindo o show com Mixture. Fizeram uma apresentação agressiva que foi resultado de uma mistura de peso dos dois grupos. O ponto alto aconteceu no encerramento, quando Andreas Kisser anunciou que Mike Patton iria participar da última faixa do show, cantando “Roots Bloody Roots”. 



Rock in Rio - 25 de setembro de 2011



Fechando o primeiro fim de semana do Rock in Rio IV, um dia totalmente dedicado ao Heavy Metal, sendo assim batizada de Dia Metal.
Os metaleiros aproveitaram as atrações e foram vestidos de preto da cabeça aos pés e, sempre que possível, com o logotipo da banda predileta em suas camisas.

Show da banda Glória começou pontualmente às 19h, mas por causa do atraso da banda Sepultura foi vaiada durante todo o show pelo público que os acompanhava, apesar de fazer uma boa apresentação.
Coheed and Cambria  subiu ao palco por volta das 20h  e tocou a música "No World For Tomorrow", seguida por "Gravemakers and Gunslingers", mas só empolgou o público quando o grupo americano atacou de cover de "The Trooper", do Iron Maiden, que teve seu refrão cantado em coro, a partir daí, foi saudada com entusiasmo e empolgação.

Com o tradicional show da banda, sem qualquer novidade, o Motörhead foi recebido com furor do público, um dos grandes momentos foi o solo de bateria de Mikkey Dee, que manteve o público batendo palmas por quase dois minutos sem parar quando cantaram  “Brazil”, em homenagem ao país, encerrou o show com dois de seus maioires hits: “Ace of Spades” e “Overkill”.

Slipknot começou seu show pontualmente e tocou a primeira música pouco depois das 23h. Enlouqueceu o público em meio à muitas labaredas projetadas pelos equipamentos pirotécnicos e quando dois integrantes caminharam pelos corredores deixados em meio ao público e subiram em duas estruturas montadas a vários metros do palco e se jogaram nas mãos dos fãs.

A cada música, público e banda mostravam mais empolgação. Corey Taylor, que interagiu muito com o público sempre em frases repletas de palavrões, pediu para que as fãs pulassem  e era atendido sempre de imediato.
E pra terminar a noite o show do Metallica, que fez o melhor dos shows apresentados em duas horas de muito som pesado e agressivo, apresentou um repertório de 18 grandes sucessos, dosando canções pesadas e sujas.  Terminaram o show com a fidelidade e empolgação dos metaleiros foram retribuídos com uma performance poderosa.